“O abuso sexual se define como a participação de uma criança ou de um adolescente menor em atividades sexuais, as quais não é capaz de compreender, que são inapropriadas à sua idade e a seu desenvolvimento psicosocial, que sofrem por sedução ou força, e que transgridem os tabus sociais” H. Kemp (Fundador da ISPCAN – International Society for Prevention of Child Abuse and Neglect).
Segundo pesquisa realizada por entidades que trabalham em parceria com o Ministério da Justiça, a cada oito minutos uma criança brasileira é abusada sexualmente, ou seja, 60 mil crianças sofrem este tipo de violência por ano no Brasil.
Os dados mais preocupantes são os que apontam pessoas conhecidas como os principais agressores, o que na maioria das vezes, inibe a criança a partilhar o fato. Os danos emocional e psicológico podem ser devastadores, principalmente a longo prazo.
Dados da pesquisa:
90% dos casos a criança é abusada por alguém que conhece e ama; pela ordem, o pai biológico, o padrasto, tios, avôs e irmãos;
60% (estimativa) dos casos envolvem pessoas das classes média e média alta;
80% dos casos são contra meninas;
82% são crianças entre 2 e 10 anos.
Partindo deste painel exposto é possível entender como o trabalho desenvolvido pela associação é de extrema importância; a prevenção e o diagnóstico são essenciais para que a criança não permaneça na situação de abusada e tenha a possibilidade de cessar a violência, garantindo a preservação dos direitos humanos universais.
Fonte: http://www.bernerartes.com.br/ideiasedicas/dicas/abuso.htm
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
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